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Víctor Lopes rescata la figura de Arístides Sousa Mendes, uno de los cuatro portugueses declarado "Justo Entre Las Naciones" por haber salvado miles de personas perseguidas por los nazis. La película podrá verse online y de manera gratuita.

 

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publicado às 15:37


CATEDRA ARISTIDES DE SOUSA MENDES

por Arte&Cultura, em 10.11.20

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publicado às 13:50


CATEDRA ARISTIDES DE SOUSA MENDES

por Arte&Cultura, em 27.10.20

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publicado às 00:16

 

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publicado às 17:17

Biblioteca Nacional da Argentina recebe livros sobre Aristides de Sousa Mendes

A doação dos livros sobre Aristides de Sousa Mendes surge na sequência do convénio estabelecido entre a Biblioteca Nacional Mariano Moreno (Biblioteca Nacional da Argentina) e o Centro Simon Wisenthal.
O convénio destina-se à criação do Fundo Simon Wiesenthal na Biblioteca Nacional Mariano Moreno, a partir de doações de material bibliográfico sobre o anti-semitismo e o holocausto, explica Victor Lopes, luso-argentino e realizador de um documentário sobre o diplomata português.
Os livros agora oferecidos foram ‘Memórias de um neto’ e ‘Aristides de Sousa Mendes. 50 anos de memória’, ambos da autoria de António Moncada S. Mendes, seu neto.
João Ribeiro de Almeida, Embaixador de Portugal na Argentina e Victor Lopes, argentino com raízes portuguesas, realizador de um documentário, sobre Aristides de Sousa Mendes, doaram os dois livros à Biblioteca Nacional Mariano Moreno, numa cerimónia em que esteve presente a diretora da biblioteca, Elsa Barber.
Aristides de Sousa Mendes (18 de julho de 1885 – 3 de abril de 1954), foi cônsul de Portugal em Bordéus, França, quando aquele país se encontrava sob ocupação alemã, durante a Segunda Guerra Mundial.
Contra a vontade de Oliveira Salazar (à altura Presidente e ministro dos Negócios Estrangeiros), o diplomata português concedeu milhares de vistos de entrada em Portugal a refugiados, principalmente de origem judia que fugiam da Alemanha, mas também a outros indivíduos, que simplesmente procuravam asilo, pois desejavam fugir de França, em 1940.
Durante três dias e três noites, em junho de 1940, terá concedido 30 mil vistos.
O primeiro reconhecimento veio em 1966 de Israel que declarou Aristides de Sousa Mendes, ‘Justo entre as Nações’.
Em 1986, o Congresso dos Estados Unidos emitiu uma proclamação em honra do seu ato heróico.
Mais tarde, em 1998, foi finalmente reconhecido por Portugal, tendo sido condecorado a título póstumo com a Cruz de Mérito pela República Portuguesa, pelas suas ações em Bordéus.
O Presidente da República de então, Mário Soares, apresentou desculpas à família Sousa Mendes e o Parlamento português promoveu-o postumamente à categoria de embaixador.
O rosto de Sousa Mendes apareceu impresso em selos em vários países.

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publicado às 10:51

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El Embajador de Portugal, João Ribeiro de Almeida,  y el Sr. Victor Lopes, fueron recibidos por la directora de la Biblioteca Nacional, Elsa Barber. Ellos asistieron convocados por los representantes del Centro Simon Wiesenthal en América Latina y realizaron la donación de dos libros sobre Aristides de Sousa Mendes a la Biblioteca.

Sousa Mendes fue cónsul portugués en Francia, ocupada durante la Segunda Guerra, y declarado en 1966 como Justo entre las Naciones por el Estado de Israel. Los títulos recibidos son Memórias de um neto de António Moncada S. Mendes y Aristides de Sousa Mendes. 50 anos de memoria, dedicado por el nieto de Sousa Mendes al pueblo argentino.

La donación surge del convenio firmado entre la Biblioteca Nacional y el Centro Simon Wiesenthal destinado a crear el Fondo Simon Wiesenthal en la BNMM a partir de donaciones de material bibliográfico sobre antisemitismo y holocausto.

 

https://www.buenosaires.embaixadaportugal.mne.pt/es/la-embajada/noticias/el-embajador-de-portugal-realizo-una-donacion-en-el-marco-del-convenio-firmado-entre-la-biblioteca-nacional-y-el-centro-simon-wiesenthal

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publicado às 12:59


43º aniversário do 25 de Abril de 1974

por Arte&Cultura, em 30.04.17

O luso Argentino Victor Lopes realizou filme documentário sobre Aristides de Sousa Mendes e apresentou no Festival de Politica no cinema São Jorge em Lisboa – Portugal e no Auditório da Escola de Negócios e Governação em Cabo Verde

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O filme – de cerca de 30 minutos e filmado em Buenos Aires – narra o período da história de junho 1940 em que Aristides de Sousa Mendes, cônsul português em Bordéus assinou cerca de 30 mil vistos a pessoas, salvando-os assim da morte quase certa no período negro do Holocausto e permitindo com que fugissem do país. Uma decisão que, por ser contrária às ordens de Salazar, engrandeceu a sua figura.

O realizador Victor Lopes, um argentino com raízes portuguesas, se apaixonou pelo humanista português em 2012, ao ler um artigo de jornal sobre a sua vida.

O documentário divide-se em duas partes: uma em que é fiel à história de Aristides e uma outra que é ficcionada.

Na tela conta-se a história de sete dias na vida do cônsul português na cidade francesa de Bordéus que, entre 16 e 23 de Junho de 1940, assinou cerca de 30 mil vistos que permitiram a muitas famílias de origem judia abandonar França tomada pelos nazis. Os salvo-condutos abriram a porta à entrada em Portugal e, para muitos, a viagem até ao outro lado do Atlântico, o filme inicia com o fado “Abandono” na voz da saudosa Amália Rodrigues, um fado com letra de David Mourão Ferreira em memória de todos os presos politicos do campo de concentração de Tarrafal de Santiago – Cabo Verde, finaliza com “Libertango” de Astor Piazzolla.

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Depois do exito em Lisboa, o filme foi apresentado em Cabo Verde a convite do Instituto Camões e inserido nas comemorações do 25 de Abril no auditório da Escola de Negócios e Governação, com sala lotada por alunos da Universidade de Cabo Verde e com a presença de personalidades como o Professor Doutor Jorge Dias – Presidente do Conselho Directivo, Zé Perdigão – cantor Português e Cidadão Honorário de Buenos Aires e radicado em Cabo Verde, entre outros. A sessão iniciou com uma breve interpelação da Doutora Mariana Faria do Instituto Camões que deu inicio ao documentário recitando o poema de Manuel Alegre “Trova do vento que passa” dando depois a voz ao realizador Victor Lopes que falou sobre a temática “Ser um homem bom nos dias de hoje”.

 

 

Depois da projecção do filme no final da sessão, os participantes tiveram a oportunidade de interpelar o realizador colocando questões que foram prontamente esclarecidas por Victor Lopes.

Victor Lopes ofereceu uma cópia do filme à Universidade de Cabo Verde e um livro sobre a vida de Aristides de Sousa Mendes à Biblioteca do Instituto Camões onde todos podem usufruir destes trabalhos sobre a vida do Heroi Português do holoucasto podendo consulta-los sempre que desejem nestas duas instituições.

Ficando o desejo do realizador Victor Lopes de regressar a Cabo Verde no futuro sempre que algum novo projecto seu ou oportunidade o justifique.

 

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publicado às 09:43


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